Distante aproximação – Texto de Gabriel Jorge – Aluno de Comunicação Social/Fatea-Lorena

6 jun

Gabriel

Com as novas estruturas tecnológicas de relacionamento interpessoal, vê-se que atualmente há mais contato impessoal do que físico. As redes sociais, como supostos vilões, estimulam a diminuição do físico em função do virtual e o rompimento das barreiras de comunicação proporcionam inúmeras experiências e conquista de conhecimento. Logo, não condiz atribuir negatividade a esta nova organização, pois possibilita evolução à sociedade.
Estar conectado “vinte quatro horas por dia”, tornou-se um novo estilo de vida. Ferramentas como Facebook, Twitter e Instagram envolvem aqueles que lhes aceitam, tornando-se parte de suas vidas. A partir dessa abertura foi lhes retribuído novas possibilidades de oportunidades e de relacionamento, principalmente com os que compartilham dos mesmos pensamentos.
O propiciar da evolução gerou um novo anseio por caminhos e contatos. O limite já não está mais tão perto e chegar ao nosso objetivo possui diversos meios que cabe a nós buscar. Nos novos caminhos ali encontrados conseguiu-se disseminar uma vasta gama de cultura e ideologias, o isolar tornou-se quase raridade e o conhecer nunca foi tão exaltado.
Embora haja pessoas que digam que estas novas formas de relacionamento desumanize as pessoas e as torne frias emocionalmente, ainda sim há de se concordar que as pessoas estão mais próximas. O principal é que são novos modos de se observar e de contextualizar. Em uma situação posso tanto me encantar com a “moça do corpo dourado” do saudoso Tom Jobim, quanto ser seduzido pela mulher de pele gelada e cabelos de fogo. Ou seja, não quer dizer que tudo que é novo ou inovador seja ruim ou pejorativo.
Em suma, todos os pontos de vista podem ser considerados, mas os benefícios que tal aproximação produz, sobressai a todos os questionamentos. A evolução vem sobre a aquisição de conhecimento e este novo mecanismo vem nos proporcionar isso, evoluir. Renegar esses conteúdos para evolução seria como rejeitar comida quando se está faminto, ou seja, pura ignorância.

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