Preconceito linguístico

11 mar

Durante toda a vida, aprendi que a gente precisa falar certinho sempre. Não pode “errar no português”. Minhas professoras mais antigas sempre pegavam no pé caso houvesse algum deslize na Flor do Lácio. Isso por que na época não havia a internet para mudar os padrões de análise do uso da língua.

            A partir da década de 90, principalmente os adolescentes, criaram uma nova linguagem, mais dinâmica, capaz de atingir mais pessoas num curto espaço de tempo. Os programas de bate-papo, nos quais se conversa com várias pessoas simultaneamente, levaram os usuários a se adaptarem à rapidez, pois, caso contrário, não haveria tanto tempo para se comunicar.

            O Messenger, mais usado de todos, deu brechas para que surgisse o tão criticado “internetês”. Este é uma nova linguagem virtual, na qual as palavras em português aparecem abreviadas ou reinventadas em até cinco letras, para acelerar o processo de comunicação.

            Muitos colegas professores têm aversão ao internetês. Dizem que é um claro exemplo do mau uso da língua materna. Eu já não tenho nenhum tipo de ojeriza, desde que ele seja contextualizado.

            Aliás, o preconceito linguístico parte do princípio de que a língua só deve ser usada na sua forma gramaticalmente correta. E a semântica? Como fica? Seria o mesmo que eu, professor de Português, quando jogasse uma partida de futebol, dizer; “Por obséquio, passe-me a bola.”

            Obras clássicas literárias já citaram o tal preconceito de forma magistral, como em “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. Nesta, o pobre Fabiano, retirante da seca, foi preso e torturado pelo truculento Soldado Amarelo por não saber falar direito. José Américo de Almeida, autor de “A Bagaceira”, marco do regionalismo, sofreu com as críticas por não ter o controle da oralidade das personagens.

            Há de se contextualizar a língua. O internetês é bem-vindo se usado nos programas de bate-papo. Nada de usá-lo nos rigorosos textos solicitados em sala de aula. Isso é contextualização.

            Se visitarmos a zona rural e nosso anfitrião for um senhor que nunca foi à escola, esperamos que ele nos fale com seu linguajar peculiar e não nos diga: “Por gentileza, queiram me acompanhar até o pecúlio no qual estão os ruminantes aptos a ceder-nos preciosos líquidos alvos para a refeição vespertina”. Traduzindo: “Nóis vai lá tirar o leite pro café”. E não devemos ter nenhum preconceito com a fala do velhinho.

            O bom de usar a língua é conhecer as suas inúmeras facetas. Nada de preconceito. Cada uso no seu devido lugar. Confundir, sim, pode causar transtornos e até mesmo prejudicar, como na produção de uma redação num concurso. Caso seja uma dissertação, deve-se tomar o maior cuidado com o rigor formal. Nada de preconceito, em lugar algum. Saber usar a língua não é falar certinho sempre, é saber contextualizá-la.

            “9vdd pra vc? Blz et. Fui!”

42 Respostas to “Preconceito linguístico”

  1. Ana Daniela março 12, 2012 às 9:01 am #

    Muit bom!!

  2. Dante Ricardo Julien Ferrari de Oliveira 1º A - ESEFIC março 15, 2012 às 7:38 pm #

    Parabéns pelo Texto Miguél muito bom .

  3. lucia carla(1} março 15, 2012 às 11:05 pm #

    Interessante, e pura verdade, é preciso acompanhar as mudanças e nada contra os internetês, nao falamos como escrevemos.

  4. Lúcia Carla(1ºC) março 15, 2012 às 11:10 pm #

    É verdade e muito interssante seu texto, pois vivemos num mundo contextualizado e diverso é preciso respeitar as diferenças

    • Luciana março 17, 2012 às 7:12 pm #

      O preconceito linguístico acontece quando ‘se falar gramaticalmente correto é ideal para todas ocasiões’.

      • Luciana 1ºC Pedagogia ESEFIC março 17, 2012 às 7:15 pm #

        O preconceito linguístico acontece quando ‘se falar gramaticalmente correto é ideal para todas ocasiões’.

  5. Luciana 1ºC Pedagogia ESEFIC março 17, 2012 às 7:17 pm #

    O preconceito linguístico acontece quando ‘se falar gramaticalmente correto é ideal para todas ocasiões’.

  6. Thiare março 17, 2012 às 10:54 pm #

    Muito legal prof°, como sempre voçê nos ensinando , e nos fasendo rir muito, adoro.

  7. Zumara dos Santos Leandro da Silva março 18, 2012 às 4:28 pm #

    As pessoas que agem dessa forma, não entendem que o dialeto, o idioma, a língua variam de região para região devido a fatores como distanciamento entre comundidades, à cultura, costumes, origem de um povo.

  8. Zumara 1ºC PEDAGOGIA ESEFIC março 18, 2012 às 4:32 pm #

    Se um ricasso fala “nóis vai”, com certeza estava brincando ou cometeu um deslize. Mas se a mesma frase é dita por Zé Ninguém, logo ele é burro, e a ´dita frase causa dor de ouvido nos preconceituoso.

  9. THAIS MAIANE março 18, 2012 às 11:24 pm #

    THAIS MAIANE 1ºC PEDAGOGIA

    TEMOS QUE USAR O CONTEXTO DE ACORDO COM A SITUAÇÃO QUE ESTAMOS,NÃO IREMOS FALAR DA MESMA FORMA QUE NA FACULDADE SE ESTAMOS EM UMA BALADA OU NO MEIOS DE COMUNICAÇÃO,NADA É ERRADO SE SOUBEMOS RESPEITAR UNS AOS OUTROS.

  10. keila carmen (1°fisioterapia) março 19, 2012 às 4:18 pm #

    É isso mesmo, temos que saber comunicar conforme o lugar a pessoa e até mesmo conforme a situação.Por esse motivo temos diversos tipos de comunicação o que não pode estar errado é a escrita e essa temos que aperfeiçoar cada dia mais.

  11. Lucas da Silva Santos - 1ºC Ed Fisica março 20, 2012 às 3:38 pm #

    Concordo plenamente. Tudo depende do local onde o texto será usado e por quem será lido. O que vejo muito nos chats e redes socias nao é nem o problema de abreviação de palavras como “também” (tbm) por exemplo; mas sim de palavras digitadas erradas, como “concertesa”, que ja li e reli inumeras vezes – é onde vem a dúvida – A pessoa nao sabe mesmo como digitar a palavra, ou, está digitando assim para parecer engraçado ou algo do tipo? O que as pessoas não podem esquecer é que, por mais que elas estejam digitando em uma rede social ou chat, o texto digitado será lido e interpretado por outra(s) pessoa(s), então nao custa nada conferir o texto antes de compartilha-lo.

  12. Claudio março 21, 2012 às 10:28 pm #

    Claudio 1º A – ESEFIC

    Muito bom, a cada aula sua estou cada vez mais aprendendo.

  13. Julio Ceciliato março 23, 2012 às 2:19 am #

    Julio Cesar Ceciliato Lourenço Barbosa – 1º C – Ed.Fisica – ESC/ESEFIC

    Concordo com o texto, varia muito como iremos usar nossa digitação, pois, por exemplo,

    -Eu irei usar uma contextualização totalmente formal para criar esse comentário para o texto de Português, pois meu professor ira avaliar meu grau de conhecimento da língua pelo meu comentário, mas se fosse apenas um comentário para algum blog de algum conhecido ou amigo, certamente eu abreviaria e inventaria varias palavras para simplificar a conversa, porque não haveria necessidade, pois eles entendem o que escrevemos e o que realmente importa na nossa frase.
    Conforme a necessidade que enfrentamos na internet, decidimos como usar nossa contextualização, pois para quem esta lendo nossos comentários num processo de avaliação devemos agir de um jeito, e quando apenas lêem por ler, não faz diferença o contexto e sim o entendimento!

  14. Rodrigo Campos março 23, 2012 às 2:46 pm #

    Ótimo texto, hoje o que mais acontece são os vícios da internet, é raro alguém que escreve corretamente no menssenger, a escrita está se tornando siglas na internet, tem coisa que as pessoas escrevem que não dá nem pra saber o que é, tem que pergunta pra pessoa.
    Então é isso; não podemos deixar de lado a escrita correta das palavras, é bem mais rápido e fácil mais não é adequado para o uso.

    • Rodrigo Campos março 23, 2012 às 2:47 pm #

      Rodrigo Campos 1°C Educação Física

  15. Sergio Augusto da Silva 1ºC Educação Física março 23, 2012 às 9:45 pm #

    Concordo com o texto.Tenho dificuldade para ler palavras abreviadas, pois não tenho acesso a esse tipo de comunicação. As vezes recebo mensagens no celular com algumas abreviações que não entendo o que está escrito, tenho que perguntar para pessoa. Portanto, acho muito preocupante esse tipo que comuniação que cada vez mais vem mudando a forma correta de se escrever.

  16. Francis Faria 1ºC Educação Física março 23, 2012 às 9:56 pm #

    Concordo. Mais acho muito relativo, pois eu não vou escrever do jeito que escrevo nas minhas redes sociais em uma redação ou algo do tipo. Eu não tenho tempo para ficar na internet, então na maioria das vezes só dou uma passada bem rapida, então digito de qualquer jeito e da maneira mais pratica, porém que de para entender.

  17. willian cesar março 24, 2012 às 11:39 pm #

    Willian cesar 1°C Educaçaõ Fisica

    Bom texto..
    Hoje em dia a escrita de internet ta virano um vicio pelas pessoas,se voce nao presta atenção na hora que voce vai escrever ,voce acaba fazeno as mesma abreviatura que é utililizada no meio virtual numa prova ou em ate uma outra coisa, que muitas vezes voce nao entende muito o que significa e tem que ficar pensano ate voce entender o que a pessoa quis dizer.
    Por isso devemos ler livros para nao perde o costume da escrita formal e ajudar a si proprio a melhorar seu conhecimento..

  18. Ana Maria março 26, 2012 às 3:40 am #

    Muito bom o texto, realmente o uso do internetês se faz necessário para agilizar as conversas do messenger e conversar com pessoas que falam o português do povão ou regionalista muitas vezes é engraçado e em algumas situações difícil de se manter um diálogo……… Mas o preconceito linguístico é uma burrice e com certeza, quem se fecha para o diferente deixa de aprender muita coisa também…….É preciso apenas saber diferenciar e se colocar adequadamente em cada situação.

  19. Rafael frech da silva 1 c de Ed Fisica ESEFIC março 26, 2012 às 3:49 pm #

    concordo pois nem todas as vezes escrevemos correto, mas sim o que queremos dizer depende muito aonde nós estamos nos; comunicando na internet é muito comum, mas em relatórios concursos e outros não.
    Então que deveremos de cuidado do que escrevemos e aonde, e sim aceitamos a evoluções de comunicação sem perde a linguagem original.

  20. Afonso Junior março 26, 2012 às 4:39 pm #

    Bom o texto! Professor como o senhor mesmo enfatizou o correto é manter tudo em ocasiões propícias, empregando suntuosamente quando lhe for solicitado a norma culta, mas quando as situações lhe parecem áptas, esboçar de forma rasa e êfemera a semântica. Tento no meu dia-a-dia ser plausível sobre esses temas.

  21. Cristiana Lima 1ºC - Educação Fisica março 27, 2012 às 12:23 pm #

    Belo texto.

    Concordo, pois a escrita da internet, esta a cada dia influenciando mais na ecrita errada, se tornando membro do nosso cotidiano, prejudicando e tornando defeituoso nossos textos. Automaticamente ao escrevermos texto ou uma frase qualquer, em e-mails, de proprio punho, ou comentario, etc., se tornou tão membacabamos dissertando errado. isso confunde muito, pois chega em certo ponto, que não conseguimos mais recordar com determinada letra se espcrete tal palavra, como por exemplo a distinguir qual o ”porque” utilizar.

  22. Robinson Cardeal 1ºc março 28, 2012 às 6:43 pm #

    Concordo. Só por que nasce em cidade do interior que devemos falar errado.Devemos ler bastante;procurar aprender na escola onde estuda.
    Para não perder o jeito certo de escrever.

  23. isaias carvalho chagas 1ºC educação fisica março 28, 2012 às 8:15 pm #

    Cada ambiente deve ser apropriado para o uso da lingua, não podemos ser como camaleão que muda de cor de acordo com ambiente, pois ele não quer ser reconhecido pois pode ser morto, nós se mudarmos de linguagem de acordo com o ambiente também é perigoso pois sempre tem alguem obeservando nosso comportamento. por isso devemos ser o que somos e assim evitaremos de pagar um mico.

    • asdada abril 13, 2012 às 12:55 am #

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk trinkei no camaleão husauhasuhsa

  24. Luis Roberto Paixão Bloanque Salotti março 28, 2012 às 9:44 pm #

    muito bom !
    podemos conlcuir que hj em dia muitas pessoas interpretam de maneira simbolica aquilo que leêm com isso, acabam escrevendo de maneira errada , ou simplificada.
    precisamos saber oque estamos escrevendo ;]

  25. Dean Alex março 29, 2012 às 7:37 am #

    Show o TExto !
    Agora entendo mais sobre o preconceito linguistico, antes não entendia
    e nem queria saber sobre o assunto, agora to tendo noção maior.
    Obrigado professor

  26. josé guilherme de souza santos março 29, 2012 às 4:13 pm #

    JOSÉ GUILHERME DE SOUZA SANTOS 1ºC EDUCAÇÃO FISICA

    O texto e muito bom realmente o vicio da internet tudo que se escreve e tudo abreviado .E ja isso não podemos usar no nossso texto temos que seguir nossa maneira de escrever.A internet ensina tudo errado enfluencia na nossa escrita com isso as pessoas aprende tudo errado com a internet .

  27. Lucas Costa (ubatuba) 1 C março 30, 2012 às 12:33 pm #

    Muito bom o texto professor Miguel, o povo deve falar de acordo com o momento e sim saber diferenciar esse momentos, em sala de aula usamos o português correto e na rua com os amigos a linguagem coloquial… abraços professor.

  28. Viviane Ribeiro Batista - ESC ESEFIC -1º A - Educação Física abril 7, 2012 às 9:24 pm #

    A questão da contextualização é interessantíssima, pois ela dá liberdade ao emissor uma vez que a fala e a escrita depende de cada situação/lugar. Sempre tive preconceito ao internetês, preconceito este gerado/ensinado pelas professoras de Lígua Portuguesa do Ensino Médio e depois do Curso Técnico. Após a leitura deste texto esclarecedor pude compreender que tudo depende de um contexto, já que não falamos como escrevemos/teclamos, e as palavras do Prof. Miguel afirmam: ” …o preconceito linguístico parte do princípio de que a língua só deve ser usada na sua forma gramaticalmente correta. E a semântica? Como fica?…” e logo depois reforça: “Há de se contextualizar a língua. O internetês é bem-vindo se usado nos programas de bate-papo. Nada de usá-lo nos rigorosos textos solicitados em sala de aula. Isso é contextualização.”
    Aí está, algo novo que aprendi…

  29. Luiz Roberto Thomaz Arneiro 1ºC Ed. Física abril 13, 2012 às 2:28 pm #

    Se tratando de preconceito linguístico, é inaceitável compararmos os diferentes tipos de dialetos presentes no Brasil, pois cada um tem seu modo e sua forma de se comunicar; como também devemos compreender que nem todos tiveram o mesmo tipo de aprendizagem ou talvez nem tiveram a chance de aprender.
    Os diferentes modos da escrita e da fala devem ser levados em consideração ao local onde nós nos encontramos ou estamos remetendo. O uso da linguagem formal sem dúvidas deve ser mantido para o enriquecimento pessoal tanto como profissional e em outros casos de grande importância;não obstante a ideia de que se estivermos entre amigos, na internet ou em situações que nos levam a respeitar a linguagem popular, deve-se adequar ao meio em que se comunica.

  30. Felipe Santos abril 13, 2012 às 10:17 pm #

    Texto muito bom, Miguel. Ótima abordagem. Confesso que nunca li um texto sobre esse assunto. Contextualização! Mais pessoas deveriam ler esse artigo antes de zombarem de pessoas simples, e que muitas vezes não tiveram sequer acesso ao aprendizado. Obrigado.
    Luiz Felipe 1° C Educação Física

  31. Marcela Rossato abril 25, 2012 às 8:51 pm #

    Concordo com o conteúdo do texto. Não existe o errado e sim o inadequado pra uma certa situação.

  32. ciro 1°enf fevereiro 23, 2013 às 8:51 pm #

    Parabens pelo texto.com certeza devemos dialogar sempre respeitando a cultura e fala do outro.

  33. poliana - fisio 1 B fevereiro 24, 2013 às 12:16 am #

    Adorei o texto ! o preconceito seja ele qual for nunca é bom, temos que saber respeitar as diferenças,quando citou o homem simples da zona rural em seu texto me veio a doce lembrança de meu avô ,pois quando lhe pedia a benção (bença vô) ele logo respondia oçoe ,que correspondia talvez a( Deus te abençoe ) e ele estava errado … acredito que não pois era a forma em que o meio onde vivia era o correto em se dizer !!!!!

  34. Diana enfermagem fevereiro 24, 2013 às 11:10 pm #

    Em um país do tamanho do Brasil não pode ocorrer esse tipo de preconceito, mas o todos tem que ter é bom senso de saber onde se pode ser mais despojado e onde tem que haver uma certa formalidade. Parabéns o texto é esclarecedor!

  35. Kelvin Amâncio - 3º EM - Colégio Objetivo fevereiro 25, 2013 às 2:21 pm #

    Este é um texto realmente excelente professor Miguel, que conseguiu explicar de forma clara e concisa este tema tão atual, contendo ainda doses de humor e coloquialidade na dose medida perfeita, meus parabéns professor!!!

  36. Thaina - 1º PP FATEA março 6, 2013 às 5:16 pm #

    Concordo. Não podemos discriminar alguém só pelo jeito que fala. Existe muito mais por trás da linguagem. O importante é saber quando usar a formalidade e quando ou não.
    Texto muito bom, pois está fácil de entender, sucinto e bem explicado.

  37. José Antonio de Paula Júnior março 11, 2013 às 11:11 am #

    Muito bom Miguel, Parabéns, texto muito interessante, bem explicado, Concordo com você, não podemos ter discriminação com quem passa sua vida falando seu vocabulário, dando para a outra pessoa entender o que ele quer passar, não tem porque estar errado!

  38. Roberta Martins agosto 12, 2015 às 5:35 pm #

    Sim, muito boa mesmo. Concordo com você quando diz que devemos nos expressar de acordo com o ambiente em que estamos. Parabéns pelo texto Miguel!

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