Comunicação e reponsabilidade social

7 set

A sociedade em si já percebeu que o Poder Público não tem condições humanas nem materiais de solucionar todos os problemas sociais, dentre eles a segurança, a cidadania, educação, saúde, meio ambiente dentre outros. É impossível que os governos, sejam eles municipais, estaduais e federal, consigam realizar todos os anseios das comunidades pelas quais são responsáveis.

A educação brasileira, ineficiente como um todo, deveria ser o ponto central para a conscientização das pessoas, porém a dificuldade e a incapacidade de se implantar um sistema de ensino eficaz, que indique em seu conteúdo a disciplina Ciências Sociais, para que os estudantes saibam da problemática do mundo em que estão inseridos. Anteriormente, havia disciplinas como Organização Social e Política Brasileira (OSPB) e Educação Moral e Cívica, retiradas do currículo sem maiores explicações.
Nos Estados Unidos, por exemplo, as crianças têm aulas de política e o próprio presidente deste País tem a obrigação de dar palestras em escolas públicas sobre política.

Nesse contexto, surgiu o termo “sustentabilidade”. Esta é um conceito sistêmico que tem seu alicerce nos aspectos econômicos, sociais, ambientais e culturais. Como a Educação é ineficiente no Brasil, as empresas sentiram a necessidade de se adequar a esse novo plano de desenvolvimento sustentável.

E para que qualquer empreendimento dê certo há quatro requisitos básicos: ecologicamente correto, economicamente sustentável, socialmente justo e culturalmente aceito. Entenda-se “empreendimento” como realizar algo com fim determinado. E isso acontece também no Poder Público. Para tanto, há a necessidade de se firmar parcerias com empresas.

Os selos de responsabilidade social são criações para ratificar a dedicação das empresas que se propõem a atuar com projetos sociais de relevância e melhorar a sociedade de alguma forma. E para ganhar mais mercado há de se divulgar os feitos dessas empresas. Como? Por meio da comunicação.

Jornalistas e relações públicas são contratados, agora, com um novo fim. Mais uma ramificação para a área da comunicação: surge a Comunicação Empresarial. De que adianta a parceria entre governos e empresas se não há a divulgação dos benefícios à comunidade? Há de se divulgar com eficiência. Para isso, entram em cena os jornalistas e os relações públicas.

As empresas fundem suas marcas ao selo de responsabilidade social. Mas a grande pergunta que deve ser feita é: por que os governos não trabalham a sua imagem de sustentabilidade e se encaram como uma marca ligada à sustentabilidade? Está lançada a reflexão para que a conscientização flua na consciência da sociedade por meio da comunicação. Esta é uma grande arma para lançar feitos, denunciar fatos e alicerçar uma sociedade de respeito.

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